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13 agosto 2014

"Primeira regra da mágica: Sempre seja o mais esperto da sala." - O Truque de Mestre

Now You See Me (Truque de Mestre) é um filme de suspense franco-americano de 2013, dirigido por Louis Leterrier. O filme é estrelado por Jesse EisenbergMark RuffaloWoody HarrelsonMélanie LaurentIsla FisherDave FrancoCommonMichael Caine e Morgan Freeman. Foi lançado em 31 de maio de 2013 nos Estados Unidos e 7 de junho de 2013 no Brasil. Apesar das críticas mistas dos críticos, o filme provou ser um sucesso de bilheteria, e uma sequência foi confirmada oficialmente.

Sinopse

Daniel Atlas, Jesse Eisenberg, é o carismático líder do grupo de ilusionistas chamado The Four Horsemen. O que poucos sabem é que, enquanto encanta o público com suas mágicas sob o palco, o grupo também rouba bancos em outro continente e ainda por cima distribui a quantia roubada nas contas dos próprios espectadores. Estes crimes fazem com que o agente do FBI Dylan Rhodes, Mark Ruffalo, esteja determinado a capturá-los de qualquer jeito, ainda mais após o grupo anunciar que em breve fará seu assalto mais audacioso. Para tanto ele conta com a ajuda de Alma Dray, Mélanie Laurent, uma detetive da Interpol, e também de Thaddeus Bradley, Morgan Freeman, um veterano desmistificador de mágicos que insiste que os assaltos são realizados a partir de disfarces e jogos envolvendo vídeos.

Elenco

  • Jesse Eisenberg como J. Daniel Atlas (Os Enamorados), um ilusionista e o líder percebido publicamente dos Quatro Cavaleiros.
  • Mark Ruffalo como Dylan Rhodes, um agente do FBI chamado para investigar o roubo de banco.
  • Woody Harrelson como Merritt McKinley (O Eremita), um mentalista.
  • Isla Fisher como Henley Reeves (A Sacerdotisa), uma escapista.
  • Dave Franco como Jack Wilder (Morte), um ilusionista.
  • Mélanie Laurent como Alma Dray, uma agente da Interpol, que é uma parceria com Dylan Rhodes para investigar o roubo de banco.
  • Morgan Freeman como Thaddeus Bradley, um ex-mágico que faz o dinheiro ao revelar os segredos por trás de outros truques mágicos.
  • Michael Caine como Arthur Tressler, um magnata de seguros e patrocinador dos Quatro Cavaleiros.
  • Michael Kelly como Agente Fuller, um agente do FBI e ajudante de Rhodes.
  • Common como Agent Evans, supervisor de Rhodes no FBI.
  • José Garcia como Étienne Forcier, o titular da conta no Credit Republicain de Paris.
  • Elias Koteas (não creditado) como Lionel Shrike, um mágico que morreu de afogamento durante a execução de um truque.

03 agosto 2012

Especial Walt Disney: Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland)


A Obra Prima
Baseado no clássico de Lewis Carroll, Alice no País das Maravilhas é sem dúvida o melhor filme dos estúdios Disney.
Gênio! Essa é a única palavra capaz de descrever o grandioso intelecto deste grande autor que marcou sua época e escreveu seu nome na história. Apenas dois livros foram suficientes para tornar o gênio um ícone e tornar o ícone imortal; Alice no País das Maravilhas e Alice no País do Espelho. A grandeza das duas obras se deve a facilidade que o gênio encontra em inserir o leitor em um mundo completamente novo, mágico, fantástico, surreal, inteligente, gracioso e incrível, vistos por olhos puros inocentes e felizes de uma criança insuportavelmente graciosa e completamente acima da média.

O carisma de Alice é encantador, é fantástico, é sublime! A garotinha encanta com seu charme e intelecto extremamente desenvolvido para uma pequena garotinha de sua idade. Alice é ao mesmo tempo o sonho dos pais e o sonho dos filhos.
Não bastasse a incrível capacidade em mergulhar o leitor num mundo fantástico, com personagens marcantes e uma protagonista épica e formidável, o gênio ainda coloca em seus livros enigmas matemáticos ocultos no texto das duas obras (Carroll além de romancista era professor de matemática).

Vamos então ao filme. Ao contrário do que parece o filme não é baseado apenas em um dos livros, e sim nos dois. É evidente que muita coisa foi alterada e muita coisa foi deixada de fora, o livro é, obviamente, infinitamente mais rico que o filme, detalha melhor o país das maravilhas e o mundo do espelho, se aprofunda muito mais na personalidade da adorável Alice, e dos outros personagens (mas querer que um filme de 75 minutos se compare à dois livros que somados chegam a 317 páginas é querer demais).
No filme somos apresentados a uma linda garotinha que cansada de estudar com sua irmã mais velha (afinal os livros não tinham gravura, e para Alice, alguém conseguir ler um livro que não possui gravuras é incrível), Alice bastante entediada começa a conversar com sua gatinha Diná. Ela começa a explicar como seriam as coisas em seu mundo e enquanto ela cantava uma canção, então vê de repente um coelho branco correndo olhando pro relógio e dizendo que estava atrasado, muito interessada na cena que acabara de presenciar Alice não hesita em seguir o coelho; o coelho entra numa toca e Alice vai atrás e ao entrar ali, ela cai num imenso buraco que, na verdade, era nada mais, nada menos, que a entrada do país das maravilhas...

Já no livro o começo é basicamente o mesmo, porém, já dentro do país das maravilhas, Alice vive aventuras mais completas e diferentes e como eu já havia dito antes o filme pega muitos elementos também do segundo livro.
O país das maravilhas no livro (e também no filme) é governado pela Rainha de Copas (sim, a do baralho mesmo). Apesar de haver algumas diferenças entre o livro e o filme também nesse aspecto, já que no filme a rainha realmente comanda tudo inclusive o rei, já no livro o rei tem um papel mais destacado e tem mais autoridade. O Mundo do Espelho é governado pelas Rainhas e Reis do Xadrez, Alice dentro desse mundo (do espelho) acaba vivendo aventuras como se estivesse num tabuleiro de xadrez, o que torna a história ainda mais interessante...

Independente de estar lendo o livro ou vendo o filme, as aventuras que Alice vive são inesquecíveis e fantásticas, e ao entrarmos no mundo em que ela se encontra, nos vemos novamente crianças e entramos no mesmo puro e lindo sonho da pequena, encantadora e inesquecível Alice.


28 julho 2012

Especial Walt Disney: Enrolados (Tangled - EUA - 2010)


Enrolados é o 50° filme dos estúdios Disney e foi baseado na famosa história de Rapunzel.
Não se sabe ao certo qual a verdadeira origem da história (em qual país ou qual autor a criou), a única coisa que afirmo é que a história surgiu na Europa e houveram 3 (4) principais autores, sendo que um (2) dos autores nós sabemos que “criou” apenas uma versão (transcrição) de uma história já existente e inclusive publicada. Essa versão é a versão dos Irmãos Grimm. A verdadeira disputa da autoria da história talvez fique entre dois autores; o italiano Giambattista Basile, que escreveu Petrosinella em 1637, e a francesa Charlotte Rose de Caumont de la Force, que escreveu Persinette em 1697 (apenas à caráter de informação, a versão da francesa foi a base dos Grimm e é a versão que nós conhecemos hoje), porém, independentemente de qualquer coisa, nós sabemos que naquela época as histórias eram mais contadas verbalmente e é muito difícil identificar um “verdadeiro” autor da história, pra falar a verdade o verdadeiro autor, nós provavelmente nunca saberemos quem foi, sendo assim, é mais conveniente apenas identificar esses autores citados como pessoas que fizeram as suas próprias versões de uma mesma história já contada e recontada na época em que viveram.

Voltando ao filme, na versão dos estúdios Disney os roteiristas quiseram inovar... E conseguiram!  
Apesar de ser uma história bastante antiga, nós temos uma perspectiva nova e melhor trabalhada do romance e das aventuras do casal apaixonado.

O filme se inicia com o protagonista Flynn Ryder (Eugene) nos narrando o começo da história, ele nos conta que há muito tempo uma gota do Sol caiu na Terra e essa gota brotou criando assim uma flor mágica, que possuía certos poderes, porém, uma senhora (Gothel) descobriu essa flor e a escondeu de todos. Gothel usava uma espécie de encantamento para ativar os poderes da flor. Ela cantava uma canção, assim a flor mágica a deixava mais jovem, e ela fez isso por séculos. O tempo passou e um reino nasceu perto de onde a flor brotou. Tudo estava bem, até que um dia a rainha, que estava grávida, ficou doente e nada poderia salva-la, exceto talvez por uma certa flor...

Todo o reino ficou preocupado (já que a rainha e o rei eram muito bons), todos partiram então em busca da flor mágica. Alguns soldados a encontraram e levaram para a rainha. Com a flor eles criaram um remédio, e a rainha o bebeu, salvando assim a si mesma e ao bebê. Quando a criança nasceu, Gothel, com muito ódio por terem pegado a flor mágica, conseguiu entrar no castelo. Ela foi ao quarto da princesa recém nascida e quando cantou a canção que ativa os poderes da flor perto da criança o cabelo da garota brilhou, ela obteve assim o mesmo resultado que obtinha anteriormente com a flor mágica. Gothel então tenta cortar o cabelo da criança, mas quando ela corta uma mecha, o cabelo volta ao normal, fica castanho e sem poderes, ela então sequestra a criança e passa a viver com a princesa numa torre e finge ser sua mãe....

A inovação do filme está relacionada diretamente à personalidade das personagens, e à dinâmica em que a história nos é apresentada.
Rapunzel, por exemplo, é uma garota bastante moderna, que pratica várias atividades, é extremamente inteligente, procura estudar e entender o mundo a sua volta, é aventureira, está longe de ser frágil e não espera que ajam por ela, ela costuma muitas das vezes tomar a iniciativa. Tudo isso a torna uma personagem bastante carismática e interessante.

O príncipe, que na verdade não é um príncipe, é um ladrão, também trouxe um aspecto positivo pra história, que obviamente não é o de ser ladrão, mas sim o de não ser um príncipe. Ele não chegou num cavalo branco (na verdade ele chega fugindo de um cavalo branco), de perfeito não tinha nada, tudo bem que tinha uma aparência bacana e era atlético, ou seja, tinha suas qualidades, mas o importante a ressaltar é mostrar que a perfeição talvez esteja em não ser perfeito e talvez em ser uma pessoa “comum”, uma pessoa “normal”.

A vilã, ao invés de bruxa perversa que tem como único objetivo fazer o mal e prejudicar ao próximo, está bem mais próxima do real e daquilo que vemos tão comumente hoje em dia. Ela na verdade é uma pessoa que só pensa em si mesma, que pra satisfazer os seus desejos e suas vaidades não pensa duas vezes antes de ferir, antes de magoar, antes de passar por cima de tudo e de todos a sua volta pra conquistar seus objetivos. O seu “eu” está acima de qualquer coisa, a sua vontade é o que importa, o resto não é nada, não tem significado algum. Na cabeça (mente), deste tipo de pessoa o outro só existe para servir, pra satisfazer suas próprias vontades, o outro não é um semelhante, é apenas uma ferramenta que pode (e deve) ser usada para satisfazer aos seus próprios desejos e vontades.

Vamos agora as diferenças do filme em relação ao conto dos irmãos Grimm:

21 julho 2012

Especial Walt Disney: Os Aristogatas (The Aristocats - EUA - 1970)


O filme nos conta a história de uma senhora francesa muito rica, que tinha como família apenas seus gatos e seu mordomo. Os gatos eram ao todo três: a mamãe Duquesa, a filhinha Marie, e os dois filhos Toulouse (que por sinal é nome de uma cidade francesa) e Berlioz. 

Esses gatinhos viviam como verdadeiros membros da alta sociedade, acostumados com a riqueza e uma vida cheia de luxos, os gatinhos eram muito mimados, os filhotes, inclusive, tinham aulas de arte, como pintura, canto, e piano.
Porém, certo dia a Madame, percebendo que estava já de idade, chama seu advogado e resolve fazer seu testamento, e em seu testamento a senhora deixa tudo para seus gatos, e após a morte dos mesmos a fortuna ficaria para seu mordomo. O mordomo, ao ouvir a conversa escondido, fica irado e resolve se livrar dos gatos para ficar com toda a fortuna. 

Certa noite ele pega os gatos e os leva a um lugar bem distante e volta pra casa (na verdade ele acaba deixando a cesta com os gatos cair, porém, as intenções dele pareciam ser bem piores do que apenas deixar os gatinhos em um lugar distante). Os gatos quando acordam e se veem num lugar desconhecido precisam encarar uma aventura e tanto para voltar pra casa, e é aí que eles conhecem um gato de rua, seu nome é Thomas O’Malley (no Brasil eu não sei sobre como ficou o nome do gato, mas me parece terem colocado nele o nome de Roquefort). Desde o começo pinta um clima entre a Duquesa e O’Malley, a partir deste ponto eles passam por várias aventuras até conseguirem voltar pra casa...

O filme é excelente, possui uma trilha sonora muito bonita, porém para os brasileiros possui um detalhe no mínimo perturbador, a dublagem do Brasil neste filme é a pior que eu já vi na vida, péssima mesmo, a Disney, que é conhecida por ser exigente com a dublagem no mundo todo, acabou escorregando nesse filme. Aconselho a vê-lo legendado em inglês ou em francês (que é um pouco mais difícil de achar, a não ser que você importe o filme da Europa ou do Canadá). No mais o filme é excelente um clássico que vale a pena conferir.

Dear God..


Querido Deus,
Obrigada pelo dia, por tudo que está acontecendo. 
Neeeeeem te conto o que ele falou para mim, ain, *----* quase chorei, ele pediu desculpaas, ahaaam, ele se ajoelhou e pediu o meu perdão. Eu como uma cristã disse sim, lóoooogico que sim, né Pai? 
Ain, minha mãe fez minha sobremesa faaavorita: delícia gelada. Comi tudo com bastante controle, estou de dieta. 
Falei com meu pai que ele devia maneirar na forma de tratar meus amigos. Ele era um pouco.. pai demais.

Viiiish, vi um filme liiiindo, que me inspirou para fazer isso, ele se chama Cartas para Deus , é a coisa mais linda. 
Tenho que admitir, sou um pouco forte demais, deixei cair somente três lágrimas no final, quando o irmão cantou uma música supeeer linda.
Ain, tenho que ir, minha irmã ta me mandando pra cama ¬¬.
É que a mais velha vai viajar e nós temos que pegar carona com ela.
Beeijos Pai, Te amo. 
Vou cuidar de tudo aqui por Você.
Beijos, Adassa.


Cartas para Deus

Uma história inspiradora de esperança e redenção, Cartas Para Deus mostra o que acontece quando a caminhada de fé de um menino vai ao encontro de um homem que busca um propósito.




Tyler Doherty (TANNER MAGUIRE) é um garoto extraordinário de oito anos. Cercado por uma família e por uma comunidade cheias de amor e munido pela motivação de sua fé, ele encara uma batalha diária contra o câncer com coragem e graça. Para Tyler, Deus é um companheiro, um professor e um grande amigo por correspondência – as orações de Tyler são feitas em forma de cartas que ele escreve e envia diariamente. 



As cartas chegam às mãos de Brady McDaniels (JEFFREY S.S. JOHNSON), um carteiro cheio de problemas que está diante de um grande dilema na vida. À primeira vista, ele fica confuso e sem saber o que fazer com elas. Em seu tempo livre, ele começa a fazer amizade com a família Doherty – chegando a conhecer não apenas Tyler, mas também sua mãe (ROBYN LIVELY), sua avó (MAREE CHEATHAM) e seu irmão Ben (MICHAEL CHRISTOPHER BOLTEN) – que estão tentando permanecer firmes em meio às dúvidas que surgiram com a reviravolta de suas vidas.

Movido pela coragem de Tyler, Brady se dá conta do que deve fazer com as cartas; uma decisão surpreendente que transformará seu coração e restaurará seus novos amigos e a comunidade – em um ato revigorante de testemunho ao efeito contagiante da fé inabalável do menino contra as adversidades. 

Baseado em uma história real, Cartas Para Deus é um filme profundo, comovente e até mesmo divertido sobre o efeito reanimador que a fé de uma criança pode ter na família, nos amigos e na comunidade.
























18 julho 2012

Cine Pipoca: Domingos em Tiffany (Sundays at Tiffany's)

Sinopse: Jane tinha nove anos quando descobriu que seu (melhor) amigo imaginário, Michael, devia ir embora para sempre. "Você não irá se lembrar de mim depois" ele disse, enquanto a menina chorava.
Aos 30 anos, e faltando pouco tempo para se casar com um famoso ator, Jane se sente perdida em ter que decidir os preparativos para a festa, e algo inesperado acontece: Michael a encontra, mas agora como adulto e não é só ela que o pode ver; ele é um humano de verdade desta vez.

Trailer
Também existe o livro: Leia sobre aqui
O que achei: Eu ameeeei este filme! É totalmente lindo! Super recomendo! Se você não quiser ler alguns fatos do filme, pare por aqui rsrs. o o ooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo A relação de Jane e Michael quando eram pequenos é muito fofa! Ele adorava vê-la inventando histórias, e incentivava este talento dela, tanto é que ela achava que iria ser escritora quando crescesse. Antes de ir embora, Jane revela que ama seu amigo imaginário, e ele acaba dizendo que também a ama, mas ele não podia ficar; era uma regra que não podia ser quebrada: os amigos imaginários aparecem e ficam com a criança até os 10 anos, só são úteis para ajudar, depois vão embora. Quando cresce, Jane não realiza seu sonho, ao invés disso, trabalha com sua mãe no teatro e namora um ator famoso que conheceu há apenas 1 ano. De repente, Michael aparece, e por surpresa, Jane não é a única que pode vê-lo. Ele passa a segui-la e contar fatos da infância dela, o que é bem divertido! Acaba que ela tem de hospedá-lo em seu apartamento (mesmo noiva) porque ele não tinha lugar para morar.
Uma das partes que mais me chamou a atenção é quando Michael conhece o noivo de Jane. Ele os surpreende num restaurante e se oferece para jantar com o dois. Daí ele começa a perguntar ao noivo dela o que ele mais gosta em sua futura esposa, o que o deixa embaraçado porque ele não consegue responder. Michael, como a conhece desde os 5 anos de idade, vai dizendo coisas sobre a mulher que o noivo nem fazia ideia. É por isso que sempre digo: conheça bem a pessoa com quem você vai namorar (noivar e casar, lógico). Em um mês não dá para conhecer uma pessoa que tem 20 anos, por exemplo. Invista tempo em fazer as perguntas mais loucas, chega até a ser divertido. Assim evita você se arrepender de ter começado um relacionamento com uma pessoa e descobrir que não era isso que você queria.
 Não vou contar o restante do filme, mas já deu pra ter uma ideia de como é. Espero que se divirtam ao assistir =)

13 julho 2012

Cine Pipoca: Diversos filmes da Disney

Esta semana diferentemente das outras, resolvi fazer um resumo rápido de alguns filmes:

Fantasia (Fantasia EUA 1940)
O filme tem um traço mais artístico, se trata de representações animadas de algumas músicas clássicas. Conta com a orquestra sinfônica da Flórida tocando as músicas, e as representações variam, desde desenhos de “flores bailarinas” até o Olimpo , onde somos apresentados a centauros namorando, cupidos trabalhando, etc...
Existe uma certa polêmica a respeito deste filme, já que no último ato temos a representação do diabo no inferno e alguns demônios dançando, isso fez com que a Disney fosse acusada de ser satanista e cultuar ao diabo, porém, na segunda parte do mesmo ato, o diabo se esconde quando começa a tocar a música Ave Maria e a animação muda para o que parece ser os “santos” (salvos, escolhidos, como preferirem interpretar) andando por um caminho com aureolas indo em direção ao que parece ser o paraíso.

Tempo de Melodia (Melody Time EUA 1948)



Neste filme temos a junção de várias histórias, é possível conhecer um polco do folclore americano narrados em forma de animação e com muitas canções. Temos também a junção de atores reais com as animações, e um episódio com o Pato Donald e Zé Carioca. Este filme é divertido e até educativo, foi uma ideia muito interessante dos estúdios Disney e que obteve um grande sucesso.





Hércules (Hercules EUA 1997)

Acho difícil alguém não conhecer a história de Hércules, já que mitologia grega faz parte da grade curricular das escolas, portanto, mesmo quem não viu o filme já deve ter uma ideia geral da história.
Mas o filme não segue à risca a mitologia, houveram muitas mudanças pra deixar o filme mais romântico e infantil, como, por exemplo, o fato de Hércules ser filho de Zeus com Hera. 
Hera e Zeus são pais amorosos e um casal até bonito (o que foge completamente da versão original da história, já que os deuses originais da mitologia são promíscuos, arrogantes, intolerantes, e cheio de defeitos péssimos e humanos).
É claro que essas mudanças deveriam ser feitas pra passar uma mensagem mais leve e bonitinha para as crianças. 
Resumindo bastante a história, Hades, senhor do submundo, quer destronar Zeus e para isso tem esperado o dia em que os planetas irão se alinhar e ele poderá libertar os Titãs (antigos inimigos do deus), para que os mesmos derrotem Zeus e ele possa controlar o Olimpo. Porém, ele descobre que enquanto Hércules estiver vivo seus planos não darão certo. Ele decide então matar o herói, mas como os deuses são imortais Hades primeiro tem que tornar Hércules um mortal comum. Então manda seus lacaios fazerem com que Hércules (ainda bebê) tome uma poção que o tornaria mortal e o matassem em seguida, porém, ele deixa de tomar a última gota da poção, o que o torna mortal, porém mantém seus poderes, sendo assim, Hércules não pode mais viver no Olimpo. 
O bebê é encontrado por humanos e criado por eles, quando ele cresce descobre ser filho de Zeus e resolve se tornar um verdadeiro herói para assim voltar a ser um deus e retornar ao Olimpo.
O filme é bem divertido, e a história tem ação, aventura e romance; vale a pena dar uma conferida.

 Robin Hood (Robin Hood EUA 1973)

O filme é baseado na famosa lenda de Robin Hood, porém, as personagens do filme são animais antropomórficos. Robin Hood é uma raposa, rei Richard é um leão, etc...
O desenho é bem suave e lembra muito aqueles desenhos educativos que passam até hoje na Rede Minas (pra quem é mineiro). Os mesmos desenhos também passavam na Tv Cultura (pra quem for de outro Estado). 
A história se passa na antiga Inglaterra, num período em que o irmão do legitimo rei, por ciúmes e sede de poder, usa uma cobra pra hipnotizar seu irmão e ocupar o trono em seu lugar. Porém seu governo é terrível e as taxas de impostos são altíssimos e a população entra na miséria em decorrência desses impostos abusivos (está até parecendo o Brasil), contudo, cansado desses impostos abusivos surge um herói, Robin Hood, que rouba dos ricos (monarquia) e dá tudo o que roubou para os pobres...
O filme é bem infantil, mas bastante interessante, tem um traço bem bonito também. Pra quem gosta de desenhos educativos é imperdível.

Lilo & Stitch (Lilo & Stitch EUA 2002)
Stitch é um alienígena,  ou  melhor, uma criação de um cientista alienígena, que acaba sendo considerado uma aberração, sendo julgado e condenado junto com seu criador. Stich, porém, foge e acaba vindo parar na Terra, aqui ele conhece a pequena Lilo, que aos poucos vai transformando o coração da pequena criatura...
Este pode não ser o melhor filme da Disney, mas também não é ruim, é um bom filme com uma história muito boa, bem dirigido, bem trabalhado, é uma boa escolha pra assistir e relaxar.


22 junho 2012

Especial Walt Disney: Pinóquio (Pinocchio - EUA - 1940)


O filme se trata da segunda produção dos estúdios Disney, e foi baseado na obra do italiano Carlo Collodi. Ele recebeu uma indicação ao Oscar de melhor canção, porém não levou (o que chega a ser irônico, já que o estúdio é famoso por quase sempre vencer nessa categoria, e a música do filme que recebeu a indicação é hoje a música tema da Disney).

Pinóquio é uma história bastante conhecida. Um homem já de idade chamado Gepeto, após muitas criações, dentre brinquedos e relógios, resolve fazer a sua obra de arte, um títere (marionete), ao qual chamou Pinóquio.
Gepeto acha sua criação tão perfeita que acaba desejando do fundo do coração que Pinóquio se torne um garoto de verdade. Ao ir pra cama dormir, Gepeto olha pela janela e vê uma estrela cadente, ele então faz um pedido, deseja que Pinóquio se torne um garoto real.
Após Gepeto adormecer, uma bela fada madrinha (fada Azul) entra na casa e realiza o sonho do velho senhor; Pinóquio então ganha vida, porém ele ainda é um boneco de madeira. A fada então diz a ele que para  se tornar um garoto de verdade, tem uma condição: ele teria de provar ser verdadeiro, corajoso e altruísta.
E assim se iniciam as aventuras de Pinóquio...

Já no livro a história, apesar de ter mais ou menos a mesma essência, é tratada de maneira mais séria e até triste.
Apesar de ser um livro infantil, os ensinamentos e a moral que são passados pelo autor são fortes, porém, necessários e sinceros. Acredito que todas as pessoas deveriam ler este livro (principalmente os brasileiros), e aprender sobre o valor do trabalho, da honestidade, da gentileza, dentre outros valores tão importantes e cada vez mais raros nas pessoas. Collodi (Que na verdade é um pseudônimo, o nome real do autor é Carlo Lorenzini), narra a história de maneira doce, objetiva, e forte, tudo ao mesmo tempo. É muito gostoso ler o livro, e vale mesmo muito a pena.

Quanto as diferenças entre as duas versões, é claro que a história no livro é bem mais longa, e mais detalhada, além de ter momentos bem mais fortes. Por exemplo, o livro começa nos contando a história dizendo que Pinóquio na verdade já tinha vida antes mesmo de ser moldado até se tornar uma marionete, ele era um pedaço de madeira que já era capaz de se comunicar e tinha vida, acabou sendo presenteado por um amigo ao velho Gepeto. Outra diferença está no grilo, que no filme tem uma participação muito mais efetiva (não que ele não tenha uma participação importantíssima no livro), no filme ele está o tempo todo com Pinóquio, já no livro ele aparece em poucos momentos. A fada também tem uma participação diferente, ela no livro salva a vida de Pinóquio algumas vezes, depois se torna “irmã”, e posteriormente “mãe” de Pinóquio. 

O filme também incluiu algumas características próprias, como, por exemplo, a inclusão de personagens que não existem no livro, como gatinho Fígaro e uma peixe muito charmosa chamada Cléo (ela dá muita graciosidade ao filme mesmo).  

Claro que uma adaptação sempre vai ter uma certa diferença na maneira de contar a história, afinal é uma versão alternativa daquela história que está sendo contada, muitas vezes por um meio de comunicação diferente, ou seja, nem sempre (na verdade quase nunca) dá para colocar num formato diferente uma mesma história, exatamente da mesma forma que ela foi contada no formato original.

Resumindo, vale muito a pena ver o filme e ler o livro, pois o que aprendemos com o sr. Collidi (Lorenzini), vale tanto para criança, quanto para o adolescente, jovem, adulto e velho.


16 junho 2012

Especial Walt Disney: A Bela e a Fera (Beauty and the Beast - EUA - 1991)

O filme é baseado em uma história clássica de mesmo nome ( La Belle et la Bête, no original em francês). A história original foi escrita por Gabrielle Suzanne Barbot, porém foi através da versão da, também francesa, Jeanne Marie LePrince de Beaumont que a história se tornou conhecida em todo o mundo.

No filme da Disney, a narrador explica que há muitos anos atrás um homem viviam em seu palácio, porém ele era muito vaidoso e arrogante, este homem só se importava com a aparência das coisas e mais nada. Até que um dia ele é amaldiçoado por causa de sua arrogância e acaba sendo transformado em uma besta. Para quebrar a maldição, ele precisaria aprender a amar alguém de verdade e ser amado por alguém (mesmo tendo a aparência horrível).
Também somos apresentados à uma linda jovem moça (a mais bela do vilarejo) que ao invés de se preocupar com o que a maioria (todas) das garotas da época se preocupavam, estava mais interessada em ler, e conhecer o mundo. Ainda muito jovem a garota já havia lido todos os livros que haviam no vilarejo, e no início do filme ela passa pela vila cantando (como é costume nos filmes da Disney), e vai até a biblioteca pegar seu livro favorito mais uma vez.

Nesse início também somos apresentados à Gaston, um rapaz forte, caçador, bonitão (além de grosseiro, arrogante e insuportável). Ele é desejado por todas as garotas da vila, porém ele só tem olhos para a nossa protagonista, a Bela, mas ela, ao contrário de todas as garotas, não dá a mínima pra ele. 

Bela e seu pai são tidos como os esquisitões da vila. Bela o considera um gênio, porém a vila o considera um louco, e, certo dia, ao terminar sua mais nova invenção (uma máquina que corta lenha sozinha) ele vai até um festival para mostrar o invento, porém, ele se perde no caminho e acaba encontrando um palácio que parecia estar abandonado, mas quando ele entra, ele vê que tem um banquete a mesa e começa a comer sem perder tempo, já que estava cansado e faminto. Porém, dentro do palácio vivia a Fera, que acaba aprisionando o pobre senhor. Bela percebe que aconteceu algo ao seu pai quando vê o cavalo do mesmo chegar sem seu dono, e vai atrás dele. Chegando lá ela se oferece à Besta, pra ficar como prisioneira no lugar de seu pai, a Fera então aceita e permite que o pai de Bela vá embora. E assim começa a história...

Na versão original de Beaumont, existem várias diferenças em relação ao filme da Disney, por exemplo:
Bela tem irmãos, os irmãos são 6 no total, incluindo Bela, 3 meninos e 3 meninas. E Bela é de longe a mais linda de todas. Ela era tão linda que chegava a causar inveja em suas irmãs. 
O pai de Bela era um homem muito rico que fica pobre, e ao se tornar pobre ele faz uma viagem para recuperar sua fortuna, porém, antes de partir pergunta à suas filhas o que elas gostariam de ganhar quando ele voltasse de viagem. As duas primeiras respondem que gostariam de ganhar muitos presentes e joias, Bela não pede nada, seu pai então pergunta o que ela gostaria de ganhar e ela diz que deseja apenas uma rosa.
O pai das garotas então parte em sua viagem, porém, ele retorna mais pobre ainda do que quando havia saído, mas acaba se perdendo pelo caminho enquanto voltava pra casa, e encontra um palácio, no palácio ele encontra a Fera.

Resumindo bastante as impressões sobre o filme, podemos dizer que é um filme muito bem feito, venceu dois Oscars: Melhor trilha sonora e melhor canção original. Recentemente foi relançado em 3D (inclusive no Brasil). É um filme que vale a pena assistir.
Não deixem de ler a versão de Beaumont também, que é muito bonita e um pouco diferente do filme. 


08 junho 2012

Especial Walt Disney: Peter Pan

O filme de 1953, é baseado na peça de James Matthew Barrie (Barrie fez a adaptação da própria peça para o livro: Peter Pan and Wendy).
Esta é com certeza uma das histórias infanto-juvenis mais conhecidas do mundo. Todos nós já ouvimos falar no temido Capitão Gancho, ou na Terra do Nunca, no próprio Peter Pan, nos Meninos Perdidos, na charmosa fadinha Tinker Bell (que no Brasil deram o nome de Sininho), e na graciosa e maternal Wendy. E foi com muito louvor que os estúdios Disney fizeram uma adaptação extraordinária dessa história tão importante, num filme de animação tão bom.

Esta versão da Disney, talvez seja a adaptação mais fiel que o estúdio já fez em relação a história original, muda-se muito pouco, ou quase nada, na verdade, o que é mudado em relação ao livro é mudado para dar mais agilidade na hora de contar a história, afinal, colocar 162 páginas de um livro em um filme de pouco mais de uma hora (1h14), não é fácil. Mesmo assim conseguiram contar a história esplendidamente.

O filme começa com Wendy e seus irmãos brincando e se preparando pra dormir, enquanto sua babá (uma cadela muito esperta), vai arrumando os rastros de bagunça que vão deixando pelo quarto. Até que os pais das crianças entram no quarto pra se despedir (já que iriam à um jantar na casa dos vizinhos). O pai das crianças, muito nervoso nesse dia, acaba colocando a cadela pra fora e as crianças ficam sozinhas no quarto (a cadela dormia no quarto deles), e quando a mãe de Wendy vai fechar a janela, a menina pede que sua mãe deixe a janela aberta porque Peter Pan poderia vir à noite buscar sua sombra. A jovem senhora fica bastante intrigada e sem entender a “imaginação” da filha, mas acaba deixando a janela destrancada. O que talvez tenha sido um erro, já que Peter Pan realmente aparece naquela noite para buscar sua sombra que havia ficado por lá, a partir daí começam as aventuras de Wendy, seus irmãos, Peter Pan e Tinker Bell...



O filme foi exibido nos cinemas americanos por várias vezes de tempos em tempos, e no ano de seu lançamento obteve a maior bilheteria daquele ano, além de receber uma indicação ao festival de Cannes (que na época era mais importante que o Oscar).
Quanto ao autor da história, o sr. Barrie foi um homem que se destacou em sua época. Sempre quis ser escritor, e acabou fazendo um certo sucesso durante toda a vida, escreveu peças infantis e adultas, casou-se com uma atriz que ele mesmo descobriu, separando-se da mesma algum tempo depois. Quando um grupo de 5 crianças que viviam próximas a ele ficaram órfãs, o sr. Barrie logo os adotou e os criou. Barrie trabalhou até sua morte em 1937, e foi um dos maiores autores que o mundo já conheceu.


01 junho 2012

Especial Walt Disney: A Princesa e o Sapo (The Princess and the Frog - EUA 2009)


Este não é um dos melhores filmes da Disney, porém achei necessário coloca-lo na lista de filmes escolhidos para as matérias especiais dos filmes de animação da Disney, pois se trata do primeiro filme com uma protagonista negra, foi (até agora) o último filme desenhado a mão pelo estúdio, e também por se tratar de um filme levemente baseado no famoso conto publicado pelos Irmãos Grimm: O Príncipe Sapo.

No filme nós somos apresentados a uma jovem e pobre moça chamada Tiana. Tiana é sonhadora e muito trabalhadora, que pretende ser dona de seu próprio restaurante, e pra realizar seu sonho trabalha quase dia e noite em vários empregos. Tudo corria bem, até que certo dia um príncipe africano anuncia uma visita à cidade de Tiana, Nova Orleans. Sabendo disso uma amiga de infância da moça, que sempre sonhou em se casar com um príncipe de verdade (e era muito rica), convida Tiana pra cozinhar na festa que daria ao príncipe. 

Ao mesmo tempo, um feiticeiro transforma o príncipe em sapo e convence o servo do príncipe a se passar pelo filho do rei e se casar com a melhor amiga de Tiana, porém o príncipe transformado em sapo consegue fugir de seu cativeiro e encontra Tiana (que estava vestida de princesa, já que era uma festa à fantasia)  achando que ela era uma princesa, chegando a pedir um beijo, e promete que assim que ele voltasse a ser  príncipe ele daria à ela um restaurante. Ela, então muito relutante, dá o beijo no príncipe, porém, ao invés dele voltar ao normal ela também se transforma em uma rã, e assim começam as aventuras do filme.


Já na versão dos irmãos Grimm (existem muitas versões para essa história) a princesa é a filha mais nova do rei, e era também a mais linda, e enquanto brincava com sua bola de ouro no jardim, por acidente acaba deixando ela cair no lago, ela então começa a chorar, o sapo com dó dela faz o seguinte acordo: ele pegaria a bola dela e em troca ela deveria ser companheira dele, onde ela comesse, ele comeria, eles dormiriam juntos, etc...
Porém após resgatar a bola de ouro da princesa, ela pega a bola e volta pro palácio ignorando o sapo, mas ele não desiste e vai atrás dela, ela o ignora novamente, mas seu pai, preocupado, pergunta quem estava atrás dela, ela então conta sobre o que aconteceu com o sapo, seu pai então a repreende e ordena que ela cumpra o acordo, já que uma princesa deve ter palavra. Ela então obedece, mas contra sua vontade, pois sente muito nojo do sapo. Quando eles vão dormir, o sapo pede que ela o coloque mais próximo dela. Irritada ela joga o sapo contra a parede, que imediatamente se torna um belo príncipe. O príncipe já tinha um acordo com o pai da princesa e de que ela seria sua esposa. Os dois então se casam e são felizes.

O filme como podem notar, é muito diferente da versão dos irmãos Grimm, e perde muito por valorizar demais a feitiçaria, e por ter muitos elementos desnecessários, porém não deixa de ser um filme bem feito. E é importante também por ser o último filme feito à moda antiga pela Disney (todo desenhado a mão). Apesar de estar muito longe de ser a obra prima dos estúdios Disney, é um filme que vale a pena conferir.