03 agosto 2012

Especial Walt Disney: Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland)


A Obra Prima
Baseado no clássico de Lewis Carroll, Alice no País das Maravilhas é sem dúvida o melhor filme dos estúdios Disney.
Gênio! Essa é a única palavra capaz de descrever o grandioso intelecto deste grande autor que marcou sua época e escreveu seu nome na história. Apenas dois livros foram suficientes para tornar o gênio um ícone e tornar o ícone imortal; Alice no País das Maravilhas e Alice no País do Espelho. A grandeza das duas obras se deve a facilidade que o gênio encontra em inserir o leitor em um mundo completamente novo, mágico, fantástico, surreal, inteligente, gracioso e incrível, vistos por olhos puros inocentes e felizes de uma criança insuportavelmente graciosa e completamente acima da média.

O carisma de Alice é encantador, é fantástico, é sublime! A garotinha encanta com seu charme e intelecto extremamente desenvolvido para uma pequena garotinha de sua idade. Alice é ao mesmo tempo o sonho dos pais e o sonho dos filhos.
Não bastasse a incrível capacidade em mergulhar o leitor num mundo fantástico, com personagens marcantes e uma protagonista épica e formidável, o gênio ainda coloca em seus livros enigmas matemáticos ocultos no texto das duas obras (Carroll além de romancista era professor de matemática).

Vamos então ao filme. Ao contrário do que parece o filme não é baseado apenas em um dos livros, e sim nos dois. É evidente que muita coisa foi alterada e muita coisa foi deixada de fora, o livro é, obviamente, infinitamente mais rico que o filme, detalha melhor o país das maravilhas e o mundo do espelho, se aprofunda muito mais na personalidade da adorável Alice, e dos outros personagens (mas querer que um filme de 75 minutos se compare à dois livros que somados chegam a 317 páginas é querer demais).
No filme somos apresentados a uma linda garotinha que cansada de estudar com sua irmã mais velha (afinal os livros não tinham gravura, e para Alice, alguém conseguir ler um livro que não possui gravuras é incrível), Alice bastante entediada começa a conversar com sua gatinha Diná. Ela começa a explicar como seriam as coisas em seu mundo e enquanto ela cantava uma canção, então vê de repente um coelho branco correndo olhando pro relógio e dizendo que estava atrasado, muito interessada na cena que acabara de presenciar Alice não hesita em seguir o coelho; o coelho entra numa toca e Alice vai atrás e ao entrar ali, ela cai num imenso buraco que, na verdade, era nada mais, nada menos, que a entrada do país das maravilhas...

Já no livro o começo é basicamente o mesmo, porém, já dentro do país das maravilhas, Alice vive aventuras mais completas e diferentes e como eu já havia dito antes o filme pega muitos elementos também do segundo livro.
O país das maravilhas no livro (e também no filme) é governado pela Rainha de Copas (sim, a do baralho mesmo). Apesar de haver algumas diferenças entre o livro e o filme também nesse aspecto, já que no filme a rainha realmente comanda tudo inclusive o rei, já no livro o rei tem um papel mais destacado e tem mais autoridade. O Mundo do Espelho é governado pelas Rainhas e Reis do Xadrez, Alice dentro desse mundo (do espelho) acaba vivendo aventuras como se estivesse num tabuleiro de xadrez, o que torna a história ainda mais interessante...

Independente de estar lendo o livro ou vendo o filme, as aventuras que Alice vive são inesquecíveis e fantásticas, e ao entrarmos no mundo em que ela se encontra, nos vemos novamente crianças e entramos no mesmo puro e lindo sonho da pequena, encantadora e inesquecível Alice.


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