17 janeiro 2012

Chicotinho queimou.



Quem brincava de adoleta quando criança, provavelmente conhece aquela musiquinha que começa assim: “fui na praia e encontrei um garotinho do meu tamanho, pisquei pra ele e ele nem ligou...” tem uma hora da música que diz: “Contei pro papai e o chicotinho queimou.” Dai esses dias o chicotinho queimou pro meu lado. Não foi o meu pai que chamou a minha atenção, ou me repreendeu. Foi a minha avó. Eu sei, tenho dezesseis anos e não sou dessas que apronta. Mas todo mundo vacila, né? Então, semana passada eu que vacilei e fiquei com o maior peso na consciência. Pedi pra Deus me perdoar e que eu me perdoasse também. Mas o que eu também precisava era do perdão da minha avó. Depois de ter orado e pedido pra Deus me mostrar a hora certa de me desculpar, eu fui falar com ela. E pedi desculpas. Ela me disse que não havia o que perdoar, segundo ela eu não tinha feito nada que a magoasse. Mas eu tinha feito algo que tinha me magoado. Pedi desculpas um milhão de vezes. E ela me perdoou. Mas antes de encerrar o assunto ela me disse que era para eu ficar atenta da próxima vez e que tivesse cuidado com as minhas atitudes. E sabiamente ela me orientou a deixar algumas coisas para lá. Relevar certos assuntos. Eu poderia muito bem ter ficado chateada com a orientação dela. Mas resolvi ouvir com atenção. Afinal, ela tem mais experiência do que eu e sabe mais sobre a vida do que os meus anos vividos. Por dentro eu estava chorando, eu estava decepcionada comigo. Eu aceitei a repreensão que minha avó me deu. E espero não cometer o mesmo erro daqui pra frente.


"Os ouvidos que atendem à repreensão da vida farão a sua morada no meio dos sábios. O que rejeita a instrução menospreza a própria alma, mas o que escuta a repreensão adquire entendimento." Provérbios 15:31-32


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